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PCP assinala a inauguração da Exposição sobre Mário Sacramento inserida nas comemorações do 100º aniversário do seu nascimento que começaram em 2019, no Museu da Cidade em Aveiro.

Na sua intervenção Jorge Seabra, destacou o papel revolucionário de Mário Sacramento, militante comunista, como homem, médico e ensaista.

Esta exposição poderá ser visitada atá ao próximo dia 25 de Outubro no Museu da Cidade em Aveiro.

João Ferreira candidato à Presidência da República esteve em contacto com os trabalhadores da Renault Cacia dando a conhecer o seu programa pela valorização dos trabalhadores, dos seus salários e dos seus direitos.

A candidatura de João Ferreira, é a candidatura dos que não se escondem, que não desertam e não se rendem.

Os trabalhadores  podem contar com esta candidatura pelo desenvolvimento do país, garante da efectivação dos direitos e do bem estar social.

Para o PCP, João Ferreira é o candidato que garante o cumprimento da constituição de Abril.

O PCP realizou na passada sexta feira, 2 de Outubro no Cineteatro Alba em Albergaria-a-Velha um debate sob o lema: “Prostituição não é opção, é exploração e violência”. Esta iniciativa teve a participação de Alma Rivera – Deputada do PCP na Assembleia da República, Sandra Benfica – do Concelho Nacional do MDM, Conceição Mendes – Assistente Social na Associação O Ninho e Mafalda Guerreiro membro do Comité Central do PCP.

O debate, muito participado, contou com a presença de sessenta pessoas, deixou claro que a petição levada à Assembleia da República não é mais do que uma petição para legalizar o proxenetismo uma vez que a prostituição não é crime no nosso código penal.

Ao longo da iniciativa, as várias intervenções chamaram a atenção para os problemas que potenciam o recurso à prostituição, como o desemprego ou a pobreza. Igualmente referido foi o tráfico de seres humanos para fins sexuais alimenta redes internacionais de proxenetismo, tornando este crime num negócio cada vez mais lucrativo, muito mais que o tráfico de armas e de droga. Exploram, violentam e mercantilizam o corpo, a dignidade e direitos básicos de muitos milhões de mulheres e crianças.

O Partido Comunista Português esteve hoje na acção de protesto dos enfermeiros convocada pelo SEP, no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro, em solidariedade com a sua justa luta. A negociação colectiva do contrato de trabalho, o reforço do Serviço Nacional de Saúde em meios materiais e humanos, bem como a valorização da carreira de enfermagem são questões essenciais pelas quais o PCP se vem batendo. O PCP continuará a intervir no sentido da defesa dos direitos deste profissionais de saúde e pela dignificação da carreira de enfermagem.

A Transdev, anunciou recentemente aos representantes dos trabalhadores da Etac (empresa do grupo Transdev à qual pertence a AveiroBus) a intenção de recorrer à «suspensão dos contratos de trabalho» e a redução nos horários da maior parte dos seus trabalhadores. Uma medida que poderá afetar diretamente mais de 2 mil trabalhadores no universo de todas as empresas do grupo.

O grupo Transdev, tendo beneficiado dos apoios públicos, nomeadamente do regime de lay-off simplificado, suspendeu tudo onde poderia poupar dinheiro, fosse em bens materiais ou em pessoal, tudo e todos serviram para poupar e aproveitar ao máximo a ajuda do Governo, enquanto que, tal como é publicamente reconhecido, este grupo de empresas falhou, e continua a falhar, com compromissos com a população no mais básico dos seus direitos, o direito à mobilidade.

O anúncio da Transdev de «suspensão de contratos» é ainda mais escandaloso quando é notória a necessidade de reforço das carreiras de transporte de forma a garantir o respeito pela lotação máxima e assegurar as condições de segurança.

Por outro lado, não deixa de ser estranho que este anúncio surja numa altura em o Grupo Transdev criou já uma nova empresa, a «Expressos» e tudo indica que prepara a criação de outras novas empresas.

A Transdev, grupo a que pertencem as empresas ETAC/AveiroBus e a AVA, anunciou às associações sindicais e às Comissões de Trabalhadores a sua intenção de prolongar o regime de lay-off por muito mais tempo (a data de fim não foi anunciada). Esta situação, por si só, já é muito grave pois limita o cálculo do salário dos trabalhadores, senão vejamos, no lay-off o salário é calculado pelo salário mínimo nacional e não no que está previsto no Contrato Colectivo de Trabalho, havendo neste caso logo à partida uma diferença, só no salário, de 115€ a menos, já para não falar no cálculo dos mais diversos subsídios próprios de uma profissão com amplitudes horárias de 14H, de horário móvel e irregular.

A Direcção da Organização Regional de Aveiro do PCP realizou, na passada sexta-feira, dia 19 de Junho, no Jardim do Cáster, um debate subordinado ao tema “Nem um direito a menos! Confiança e luta por uma vida melhor”.

Nestes tempos difíceis de surto epidémico, perante uma magnifica plateia estiveram lá onde era necessário, Juliana Silva, António Filipe e Adelino Nunes. Juliana Silva membro da Comissão Concelhia de Ovar do PCP, foi responsável pela moderação do debate, enquanto que as intervenções iniciais estiveram a cargo de António Filipe, deputado do PCP à Assembleia da República, e membro do Comité Central do PCP e de Adelino Nunes, coordenador da União de Sindicatos de Aveiro e membro de Comité Central do PCP.

A Direccção Regional de Aveiro do PCP reunida a 20 de Maio de 2020 analisou a situação nacional, fortemente marcada pelo actual surto epidémico, os seus impactos no tecido produtivo e traçou as orientações de trabalho para intervenção e reforço do PCP no distrito.

1. A Covid-19 colocou em evidência gritantes desigualdades e injustiças à escala mundial e as notórias fragilidades ou ausência de serviços públicos de saúde em numerosos países capitalistas.

Veio precipitar e agravar uma nova crise económica, já latente e em desenvolvimento, dando-lhe uma mais ampla dimensão, tal como expôs de forma brutal a natureza exploradora, predadora e agressiva do capitalismo e o seu carácter profundamente desumano.

2. Igualmente esclarecedora foi a postura da União Europeia e das suas principais instituições, pautada pela ausência de respostas adequadas face à dimensão dos problemas, expondo que a propagandeada “solidariedade europeia” se traduz, na realidade, no “salve-se quem puder”. Posteriormente, procurando ocultar a sua verdadeira natureza, anuncia medidas e intenções que, no essencial, não dão resposta às necessidades imediatas de financiamento dos Estados para acudir à situação social e ao relançamento da actividade económica, empurrando os países para uma espiral de endividamento, associada à imposição de políticas que agridem direitos, deterioram condições de vida e perpetuam situações de dependência.

Uma delegação do PCP contactou hoje com os trabalhadores da Renault Cacia, em Aveiro, numa acção inserida na jornada de contacto sob o lema "Nem um Direito a Menos". Relembramos que esta empresa que, nos anos de 2017 e 2018 arrecadou lucros superiores a 16 milhões de euros, forçou férias aos seus trabalhadores e posteriormente colocou-os em lay-off!

É um dos exemplos no distrito que ilustra a ofensiva em curso contra os trabalhadores, os seus salários, os seus direitos e o seu emprego. Uma ofensiva sustentada na chantagem, na ameaça e na coação sobre trabalhadores, que invade também o campo da liberdade de acção sindical.

Tem sido notória a pressão sobre os trabalhadores para retomar a actividade normal dos transportes públicos de passageiros, sem que exista um verdadeiro plano de protecção contra a COVID-19 para o trabalhador e para o utente, aliada às constantes pressões dos grandes grupos de transporte para que seja o Estado e os contribuintes a pagar os custos do que afinal é a sua obrigação contratual.

Várias Câmaras Municipais do distrito, onde se inclui Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e Estarreja, estão neste momento a garantir os transportes dos alunos do 11º e 12º anos, dos respectivos concelhos, quando deveriam ser as empresas Transdev e Feirense a efectuar esse tipo de transporte, havendo inclusive alunos que compraram o passe e cartões pré-pagos nas respectivas empresas e que agora são transportados nos autocarros e carrinhas das Câmaras Municipais.

Situações como esta são incompreensíveis e carecem de esclarecimentos urgentes para que se identifique o porquê de estas empresas privadas, que colocaram os seus trabalhadores em regime de lay-off, passarem para as Câmaras Municipais o serviço que estão obrigadas contratualmente a efectuar. Como o PCP muitas vezes denunciou "o público é de todos, e o privado só de alguns" e a concessões privadas do serviço público de transporte de passageiros, apenas procuram acautelar os seus lucros, não o direito à mobilidade.

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